21 de agosto de 2018

Memorial Day nos Estados Unidos e seu exemplo ao Brasil

Quando se tem o privilégio de viajar mundo afora e conhecer culturas, costumamos nos deparar com culturas, situações, fatos que chamam a atenção justamente por serem distintas de nosso cotidiano.

Nessas viagens você acessa estilos de vida diferentes. Desde culinária, estilo de vida, diversidade, religiosidade, educação, infraestrutura, logística, até saúde, enfim!

O melhor das viagens, em minha opinião, é a interação e o aprendizado de cada uma dessas particularidades relacionadas. A sabedoria está em  conseguir trazer posições e visões diferentes do estamos acostumados em nosso dia a dia.  Eu inclusive coloco algumas em prática. Afinal por que não nos melhorarmos, né?

Outras formas e conceitos de Educação costumam me chamar a atenção. E algo nesse quesito sempre me faz pensar com maior “ternura” sobre o tema.

Sobre os norte-americanos algumas situações se destacam: Costumam pedir licença e se desculpar com uma frequência grande. Embora não costumem agir de maneira calorosa como os brasileiros no quesito abraços e beijos, são sim muito interessados em saber da origem dos visitantes, curiosidades gerais e se sentem muito felizes sendo visitados.

Mas agora eu destaco uma situação que causa emoção: Quando militares em serviço ou a paisana estão em público são reverenciados. As pessoas param para cumprimentá-los, cantam hino, e os desejam o MELHOR. Seja num parque qualquer, aeroporto, restaurante, na rua, num jogo esportivo, no mercado.

Há pouco mais de 1 ano fiz uma palestra nos Estados Unidos sobre o Agro Brasileiro. A palestra era para um grupo de profissionais Mulheres e no final de minha apresentação, coloquei as bandeiras do Brasil e dos EUA lado a lado. Em um último slide incluí uma flor que costumo usar em meu material de apresentação e para a minha surpresa, percebi que a emoção tomou conta de algumas delas.

Após a fase de reposta as dúvidas, uma das integrantes me agradeceu por eu ter feito uma homenagem tão bonita à elas. E eu fiquei sem nada entender. Fiquei sem ar, sem chão. Eu não sabia o que eu tinha de fato feito.

Uma outra participante gentilmente percebeu e me falou que a flor que  eu usara no slide final era uma maneira de honrar os militares mortos em combate. E que muitas ali naquela platéia, tinham familiares (pais, tios, filhos e sobrinhos) que perderam vidas em combates no Vietnã, Iraque, Afeganistão.

Bom, mas por que eu falei tudo isso?

Hoje nos EUA é comemorado o “Memorial Day”, data que homenageia os americanos e americanas que perderam suas vidas em batalhas.

O objetivo principal desse texto não poderia ser diferente do de prestar  minha homenagem aos combatentes norte americanos mortos e também à suas famílias.  Os soldados que defendem com vida sua PÁTRIA, sua BANDEIRA, são guerreiros, são heróis.

Mas aqui não posso deixar de fazer uma paralelo com o que vivemos em nosso país.  Que Brasil melhor teríamos para nossos descendentes se cada um de nós, brasileiros valorizássemos nossa história. Aqui não cabe qualquer viés político. Mas é fato que aprendemos com o mundo  e precisamos priorizar os bons exemplos, como o da Educação e da Valorização e Reconhecimento.

Mais que nunca, nosso Brasil precisa se REEDUCAR, REINVENTAR, Ajustar CONCEITOS, Traçar PRIORIDADES, Rever OBJETIVOS.  Temos que trabalhar por um Brasil melhor, mais justo, mais feliz mas sem nunca perdermos a Educação.

Ficam aqui os meus votos de um Brasil Melhor e mais Justo.

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Viagem MMA 2018

Andrea Cordeiro

Andrea Cordeiro

Brasileira, Casada, 2 filhos lindos, uma Mente Fervilhante, Amante do Universo Agro há 20 anos, Idealizadora do Projeto Missão Mulheres do Agro e cidadã engajada na causa da profissionalização da Mulher no Agronegócio!

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Andrea Cordeiro

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Brasileira, Casada, 2 filhos lindos, uma Mente Fervilhante, Amante do Universo Agro há 20 anos, Idealizadora do Projeto Missão Mulheres do Agro e cidadã engajada na causa da profissionalização da Mulher no Agronegócio!